Segunda-feira, Junho 07, 2004
Chapada Diamantina - Episódio V (Rapel na Gruta do Lapão)
Hoje o passeio não seria convencial, nada mainstream, mas sim algo mais radical, alternativo, ou seja, rapel na gruta do Lapão. Antes de tudo, é bom deixar claro que a diferença enrte gruta e caverna. Uma caverna, diferente da gruta, não tem saída. Uma lapa é justamente a abertura da caverna.
O dia começou um pouco mais tarde, pois combinamos de sair em direção a gruta às 9:00 am. O tempo mais uma vez estava fechado, por isso não espero grandes fotos, mas tentei ao menos registrar (odeio isso) o momento. Quem também foi fazer o rapel foi um casal Israelense, Orrad e Ishrar (é claro que não se escreve assim, isso é uma aproximação da pronúncia). O pessoal estava bem ansioso, pois não é todo dia que se tem a oportunidade de fazer rapel na fenda de uma caverna, ops, gruta! A trilha foi um pouco cansativa, apesar do sol não está muito forte. Fizemos várias paradas.
Fomos guiados na gruta pelo auxiliar do Andrenalina, Cabeça. A gruta é muito grande, andamos mais ou menos uns 500 metros até encontrar um rio que passa por dentro. Toda a travessia da gruta foi feita com lanternas e lampiões, pois é escuridão total. Fizemos um experimento bem interessante, desligamos todas as luzes e ficamos algum tempo em silêncio, muito massa. Continuamos levando alguns escorregões até finalmente chegar a saída da gruta. Lá, o Andrenalina já tinha montado o rapel. Ainda precisamos fazer uma espécie de escalada para chegar na fenda por onde é feito o rapel.
São aproximadamente 45 metros de altura. Até parece pouco, vc começa numa parte bem estreita até que aquela bocona de gruta de se abre. Onde fizemos o rapel deve ter uns 100 metros de largura, é muito grande. Quando chegamos lá em cima, algumas pessoas ficaram meio titubiando, mas todo mundo desceu. MUUUUUUUUITO BOM, foi minha segunda vez no rapel, não tem comparação. Desci umas 4 ou 5 vezes, só não fiz mais pq cansava muito subir até a fenda. Fiz 1 vez invertido (de cabeça pra baixo).
Quando terminou o rapel, descemos, algumas vezes rolamos, até uma pequena cachoeira (não me lembro o nome) e tomamos um banho, até bebi aquela água com cor de coca-cola. A água na maior parte dos lugares da chapada é marrom, segundo o pessoal é ferro com matéria orgânica.
Já de volta a Lençóis, jantamos no Neco's Bar. Muito legal. Você encomenda a comida no dia anterior. Eles servem carne acompanhada por palma e godó (banana). A carne-de-sol está muito gostosa. Pra nossa surpresa o Andrenalina apareceu por lá, ficou tomando uma cerveja e beliscando conosco.
Em seguida, tentamos ir ao El Jamiro, um bar bem legal de um argentino muito legal, Max. Mas o cara fecha o bar na segunda, entao adiamos para a terca, dia da despedida.
O dia começou um pouco mais tarde, pois combinamos de sair em direção a gruta às 9:00 am. O tempo mais uma vez estava fechado, por isso não espero grandes fotos, mas tentei ao menos registrar (odeio isso) o momento. Quem também foi fazer o rapel foi um casal Israelense, Orrad e Ishrar (é claro que não se escreve assim, isso é uma aproximação da pronúncia). O pessoal estava bem ansioso, pois não é todo dia que se tem a oportunidade de fazer rapel na fenda de uma caverna, ops, gruta! A trilha foi um pouco cansativa, apesar do sol não está muito forte. Fizemos várias paradas.
Fomos guiados na gruta pelo auxiliar do Andrenalina, Cabeça. A gruta é muito grande, andamos mais ou menos uns 500 metros até encontrar um rio que passa por dentro. Toda a travessia da gruta foi feita com lanternas e lampiões, pois é escuridão total. Fizemos um experimento bem interessante, desligamos todas as luzes e ficamos algum tempo em silêncio, muito massa. Continuamos levando alguns escorregões até finalmente chegar a saída da gruta. Lá, o Andrenalina já tinha montado o rapel. Ainda precisamos fazer uma espécie de escalada para chegar na fenda por onde é feito o rapel.
São aproximadamente 45 metros de altura. Até parece pouco, vc começa numa parte bem estreita até que aquela bocona de gruta de se abre. Onde fizemos o rapel deve ter uns 100 metros de largura, é muito grande. Quando chegamos lá em cima, algumas pessoas ficaram meio titubiando, mas todo mundo desceu. MUUUUUUUUITO BOM, foi minha segunda vez no rapel, não tem comparação. Desci umas 4 ou 5 vezes, só não fiz mais pq cansava muito subir até a fenda. Fiz 1 vez invertido (de cabeça pra baixo).
Quando terminou o rapel, descemos, algumas vezes rolamos, até uma pequena cachoeira (não me lembro o nome) e tomamos um banho, até bebi aquela água com cor de coca-cola. A água na maior parte dos lugares da chapada é marrom, segundo o pessoal é ferro com matéria orgânica.
Já de volta a Lençóis, jantamos no Neco's Bar. Muito legal. Você encomenda a comida no dia anterior. Eles servem carne acompanhada por palma e godó (banana). A carne-de-sol está muito gostosa. Pra nossa surpresa o Andrenalina apareceu por lá, ficou tomando uma cerveja e beliscando conosco.
Em seguida, tentamos ir ao El Jamiro, um bar bem legal de um argentino muito legal, Max. Mas o cara fecha o bar na segunda, entao adiamos para a terca, dia da despedida.
por João Ferreira às 6/7/2004 03:20:22 PM

0 Comentários:
Post a Comment
<< Home